segunda-feira, 8 de abril de 2013

A 12 anos - A Primeira Banda



Foram 5 anos e meio de banda Eletroacústica. Mais de 100 shows, aparições em rádios e programas de TV, prêmios em festivais e um CD independente. Originalmente da cidade de  Alvorada, região metropolitana de Porto Alegre. Em Janeiro de 2001 teve sua formação inicial com 5 componentes; Sancho Valles – Baixista, Alex Jacob – Baterista, De Lima Jr – Guitarrista, Gerson Melo – Violão e backin, e Maninho Melo – violões e voz. Passaram também pela Banda; Digão – Baixo em 2003, Dennis – Baixo em 2004, Cristiano Keim – Guitarrista de 2004 até o fim da Banda em 2006, e Sagaz – Baixista em 2004 - Eliézer Samuell – Baixo em 2003 e depois em 2005 até o fim da banda em 2006 e Driko Chaves – Baterista de 2005 até fim da banda em 2006..  Em seu histórico de shows públicos de 3 a cinqüenta e cinco mil pessoas, pequenos, médios ou grandes todos com valor e êxito. Fez, e teve o prazer de se relacionar com vários parceiros e colaboradores importantes para seu surgimento e manutenção da sua produção como: O Estúdio 301 na pessoa do Elias Machado, um fomentador da cultura em Alvorada naquele período, onde a Eletroacústica ensaiava com patrocínio do estúdio 301. Bandas como Sombreiro Luminoso com shows em parceria dando exemplo de coleguismo, eles já com uma boa caminhada profissional e a Eletroacústica começando; o Músico e Produtor, Edu Coelho, grande padrinho e provocador profissional no rumo do crescimento musical de todos os músicos da banda, entre outros não menos importantes, como Indalécio Jr, amigo e motivador, e Alexandre Munhoz como pessoa e como H2O Cabelereiros onde fazia a cabeça dessa galera nos momentos mais importantes.
Por 5 anos consecutivos premiada no Festivalle de Gravataí (Festival direcionado para todas as cidades banhadas pelo rio Gravataí, com o propósito de revelar grandes compositores e grandes músicos ) - 2o lugar com a musica “Laíssa” em 2002, melhor interprete com música “De todas as direções” em 2003 e melhor arranjo e estrutura musical com a música “Sintomas” em 2004, Melhor arranjo com “Raros Sentimentos” 2006 – e 2007 o 3° lugar com melhor música “A Moda” – Participou de programas musicais como Radar TVE- canal 7 ( quatro vezes ) Roda Som, TVE – Canal 7, 2 vezes. Uma música, “ Algo de Bom”, rolou na rádio Pop Rock na pessoa de Paulo Inchauspe, e na 94.9  rádio Ipanema. 
Fez muitos shows e eventos na região metropolitana, interior do estado do Rio Grande do Sul e em Santa Catarina. Doze músicas gravadas em CD, produzido independente com recursos próprios e comercializados em shows e distribuídos para fins de divulgação. Desse disco algumas músicas fizeram dessa história algo mais, marcante e “quizás’ eterno no play list de muitas pessoas e em outras produções de arte como: O primeiro longa metragem da cidade de Alvorada, o Filme Da 1 Tempo do diretor Evandro Berlesi e Rodrigo Castellano, onde a música Laíssa foi tema da personagem principal de mesmo nome. E mais 6 músicas permearam a história dos personagens desse filme.  
Esta foi a Eletroacústica, uma banda de garotos que se experimentou na difícil e prazerosa tarefa de bancar um trabalho autoral no Brasil. Que produziu suas próprias músicas, contrariando uma época em que o mercado fonográfico não parava de se repetir, buscando o aprendizado e a qualidade. Essa banda serviu como grande incubadora para outros trabalhos futuros dos músicos que por ela passaram. Um laboratório sobre trabalho profissional em música, sobre forma e conteúdo, sobre olhares, diversão, arte e responsabilidade.
Ass: Maninho Melo ( Jeferson Moura de Melo ) – E esse ano de 2013, no dia 13 de julho estará se formando no Curso de Música do Ipa Metodista.  Agradeço a todos que fizeram parte desse experimento de vida, que me levou a outros lugares, a outros espetáculos, a outras estéticas de música e arte. Que me levou a querer mais, estudar mais, e dar vazão a minha inquietude que em outro momento falarei sobre as coisas que me dediquei depois de 2006, os outros projetos grandes que ousei criar e produzir, e também as coisas que ainda tenho na cabeça, nas gavetas e nos HD’s...

quinta-feira, 25 de outubro de 2012

Catando pedrinhas


Catando Pedrinhas

         A um bom tempo não falo sobre o amor. Não aquele amor especificamente por alguém, aquele amor idealizado, aquele amor da falta, da procura desesperada, da necessidade. Apenas sobre Amor.
         Fiquei imaginando ao amor como, pedrinhas. Imaginando muitas pedrinhas, cada uma do seu jeito, sua cor, textura, forma, peso, lugar. Poderiam ser folhas, pétalas, frutas, notas musicais também. Fiquei pensando em como é bom, prazeroso quando catamos essas pedrinhas em com
panhia. O trabalho fica mais leve! A gente vai conversando pelo caminho, mostrando cada pedrinha diferente que encontramos, dividindo olhares e sentimentos. As vezes algumas destas delas, damos de presente para nossa companhia, nos motivamos colocando sorriso no outro, e vice versa. Ou saímos juntos distribuindo a quem encontrarmos pelo caminho, distribuindo sorrisos e perspectivas.
    Quando estamos sozinhos, catar pedrinhas muitas vezes se transforma numa tarefa aparentemente sem sentido. Isso porque, o desgaste é diferente, é aparentemente maior, não temos com quem dividir, quanto ao menos sorrisos. Não enxergamos nosso sorriso, não ganhamos mais pedrinhas e pensamos não ter para quem, nem porque dar. Enxergamos mais o nosso cansaço, nossos vazios, e quando olhamos muito para o vazio, buscamos preencher ele e nos perdemos dentro desse vazio.
       Mas catar pedrinhas ainda tem sentido. É uma escolha, parar ou continuar catando. E você pode se perguntar agora: De que adianta? Ou... tá! Vou encher o meu SACO de pedrinhas, e aí? O que é que eu farei com elas? Transbordar pra nada? Não tem sentido! Eu me fiz essa pergunta, algumas vezes, algumas inúmeras vezes. E fiz algumas tentativas até, construí muros, armas, munição de atiradeira, espalhei muitas delas ao meu redor para dificultar o acesso. E algumas vezes em lúcidos momentos quis sair quando algo me interessava, mas aí, na pressa, escorregava nas pedras, caía, tentava subir o muro, pular pro outro lado; mas demorei tanto pra fazer isso que o que me despertara o interesse já havia passado e continuado seu caminho. Pois sim... todos estão em transito, sempre. E nem todos se interessam por pedrinhas, por mais que eu quisesse insistir; Há!!!! Vai, aceita, te fará bem, é bom mesmo. Gastei muita energia com isso, a pouca que conseguira armazenar sozinho com muito custo, catando minhas pedrinhas uma a uma. 
      Mas para quê juntar então, se não “há” ou simplesmente não enxergava felicidade no processo solitário? E se transbordar o saco, será só um fardo a mais pesar nas costas? E mesmo, as vezes contrariado... venho juntando e juntando. Por vezes enchia as mãos, com pressa, muita pressa, talvez para amontoar mesmo e chamar a atenção. Vá que alguém venha a somar comigo nessa tarefa, aí ficará mais fácil! Mas amontoamentos de pedras, são só amontoamentos de pedras. Mas....haaaa! Esse sou eu mesmo, oscilando entre o real e o imaginário constantemente, ansioso, controlado, hora queimo tudo pelo caminho, n’outra saio apagando incêndios. Está em mim se doar, motivar, ver melhorar, crescer, desenvolver, brilhar, sorrir.

        O tempo passa, as coisas mudam, eu mudo, e não paro de juntar. E não vou parar de juntar. Agora mais calmo, pego uma a uma, já consigo olhar, ver a forma, a cor, o peso, imaginar o que fazer com ela, com qual outra pedra combina, quem ficaria feliz ao ver essa pedra. Imaginação! Viver o processo, valorizar pedra a pedra, há felicidade nos detalhes. E quando eu transbordar? Já sei o que fazer. Vou construir pontes, obras de arte, escultura, abrigos. Levar a quem nunca tenha visto nenhuma pedra. Como esse texto mesmo, como as mais de 200 músicas que tive a felicidade de criar, muitas só pra mim, outras para o mundo. Com sorte, isso inspire outros a fazer o mesmo, ou mais e de formas diferentes e inovadoras, ao verem monumentos e construções como mosaicos de fragmentos de amor. Por fim é sempre uma escolha, parar, continuar, amontoar, construir, muros, ou pontes. 

Qual é a sua?

sábado, 28 de janeiro de 2012


Músico e o instrumento.

             Comprar uma guitarra, um violão, um piano... o que comprar, como comprar, como escolher? São muitas as dúvidas... Questões frequentes que chegam a mim através de educandos e outros interessados. Antes quero esclarecer que não sou um "expert" ....apenas teço opinião conceituada nas minhas experiências e nas experiências que observo nos meus colegas de profissão e de jornada.
               Penso que é importante sentir, se conhecer, e se experimentar como músico, acredito que um músico em priori é um organizador de sons. Como ele se relaciona com os sons que o rodeia, como os percebe, e o que faz com isso. Observe as músicas que você escuta, o que gosta nelas, anote, faça uma lista se fizer sentido a você. Observe os músicos que você admira preste atenção no instrumento que ele ou ela toca, na marca, modelo, até aí tudo bem.  Mas experimente pensar e investigar o que levou ele a escolher esse instrumentos com estas características, o que buscava ele ou ela. Encontrar nossa musicalidade, aquele do nosso intimo isso penso que ajuda muito a escolher um instrumento.  Nossa identidade, mesmo para quem defende que a identidade esta sempre em metamorfose, pode estar nas coisas mais simples, talvez na velocidade do arpejo ou na duração daquela nota naquele exato momento da música, que contribui com aquela idéia de dinâmica que o corpo e o ouvido interno pedem. 
              Estudar é muito necessário para nós músicos, mas penso que brincar, experimentar, criar, improvisar, trabalhar nosso empírico, nossa ludicidade, são ações e exercícios enriquecedores.
Comprar um instrumento é fácil tendo o recurso financeiro é claro, se conhecer é algo mais complexo e constante.
              Vai comprar um instrumento? O que ele vai expressar de você?

sábado, 10 de dezembro de 2011

                                                   ESPETÁCULO ESTÉTICA URBANA

terça-feira, 8 de novembro de 2011

Série Cancionista - Rabisco


RabiscoManinho Melo 
escrita e musicada em 2003



Vou seguir a minha intuição,
E roubar de vêz o seu coração.
Vou rabiscar no seu papel na minha vida de aprendiz

Eu nunca quis alguém tanto assim...

Mas vou seguir, na sua direção.
E arrancar de mim o eco do seu não!
Vou confundir, causar dilemas,
Complicar tuas emoções,

Eu nunca quis alguém tanto assim...

Mas feche a boca e abra os olhos e pensando bem,
Abra as portas que eu to chegando e vou mostrar
Que o destino eu... lhe traço!!!
E o meu presente pra você.
Eu to chegando e vou...
Vou rabiscar no seu papel na minha vida de aprendiz

Eu nunca quis alguém tanto assim...

terça-feira, 13 de setembro de 2011

Essência - Jeferson Moura (Maninho Melo)


Faltando um dia, antes de enviar a arte gráfica para a empresa fazer o encarte do meu Disco; Dei conta de que não havia criado a arte para a parte de papel couché, que aparece embaixo quando tiramos o CD de dentro da caixinha transparente.  Num primeiro momento fiquei, pensativo e ancioso por uma solução. Estava muito cansado não aguentava mais fazer arte no Corel Draw. Então "eureka" pensei: " Vou escrever algo que venha como um jorrar  de emoções,  trazendo significados tão orgnânicos quanto a franqueza do meu espirito pode ser".  E eis aqui  abaixo o que, nasceu, ou cresceu e apareceu!!!



Essência

Não sei quando nem onde tudo começou. Se quando no banquinho do pensamento na inquietude que me atormentava, e então impossibilitado de mover-me, assobiava ou cantarolava. Talvez entre um arrepio e outro, quando sozinho em casa, criava personagens em verdadeiras epopéias melódicas, mesmo sem saber bem o que estava fazendo, e que hoje, vejo que me nutria de sensações vitoriosas que me permitiam sub-julgar os medos.  Não sei se na alegria das vozes, violões  e baldes em conjunto ou na melancolia das notas que saiam daquele violão, ou pudera ter sido no cantarolar da jovem mãe ao tanque disfarçando as angustias, vivendo de esperança.
Não sei em que momento e nem como os sons se conectaram em meu cérebro, tão quanto entendo que matemática é essa que se subdivide e se multiplica de uma forma tão empírica e ao mesmo tempo racional. Só sinto que sinto. Na maioria das vezes não entendo o que flui de mim e em mim. Só sei que aqui estou; fazendo, criando, expressando, improvisando, criticando, chorando, rindo, aplaudindo, e por fim...dividindo; Dividindo com você, com ela, com ele, com todos esses ou aqueles, os muitos outros e até aqueles lá que nem aqui estão. E por “aís” vou eu, constantemente desconstruindo em pensamentos e reconstruindo em versos e melodias. Não sei se já lhes disse! Escrevo para não ser escravo. Observo, absorvo e abstraio...seja do abstrato, do concreto ou do absurdo.
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sábado, 4 de junho de 2011

Visita a Escola Guajuviras

Sexta feira dia 06 de abril de 2011, fizemos uma intervenção no território. Na escola Guajuviras, a convite da ex educanda do Protejo Stefani Sanches, jovem esta que também já fez a formação do Projeto comunicação Cidadã e agora trabalha nesse projeto. Articulado por essa jovem, Stefani Sanches, a pedido de uma professora de Educação Artística, organizamos um bate papo sobre música e seus diversos contextos. Três turmas de oitava série foram o foco desse encontro, totalizando 79 jovens; convidei o educador Rafael para compor comigo esse momento e lá fomos.


Nos apresentamos como educadores do Protejo, falamos um pouco sobre nossa trajetória como músicos em palco e outros espaços com performances e criação, abordamos aspectos da música no cotidiano, mercado de trabalho e música na escola. Desenvolvemos um trabalho rítmico com mãos e corpo, executamos uma música com violão e voz, criamos um improviso também, e depois convidamos dois jovens para improvisar em cima de uma base feita com violão e corpo. Executamos outra música no fim, nos despedimos e fomos embora.
Conexões como essa, quando transcendem limites entre espaços institucionais e de uma forma não burocratizada como se deu este momento, nos leva a crer mais na idéia de um território em construção. Quando as instituições e espaços sejam eles públicos, privados ou comunitários, se olham e se enxergam, as pessoas se enxergam melhor e a mudança passa a fazer parte da rotina de cada um e não apenas de políticas públicas.

Uma sexta de Abril 2011

Organização da galera do Projeto PROTEJO Canoas... Primeiro Gremio Estudantil



sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Rede sociais

Rede sociais.

As redes sociais são importantes espaços de expressão e fluxo de conhecimento diversificado. Particularmente utilizo muitas redes sociais, como; Orkut desde 2004, Twitter desde 2009, myspace desde 2006 entre outras que não acesso muito.
As Redes Sociais tem muita serventia na divulgação de trabalhos artísticos para mim. Tem sido uma forma importante de trocas de experiências, pesquisa e expressão. Em aula pudemos ter acesso a sistema de rede voltada para alunos e EAD, com espaços similares as redes sociais popularmente conhecidas. Trabalhamos a construção do Blog, trocamos conhecimentos e aqueles que não conheciam ou não vivenciavam ainda, puderam ter essa experiência. E mesmo que de uma forma tímida todos participaram.

Texto sobre; Lixo tecnológico.

Centro Universitário Metodista - IPA - Jeferson Moura de Melo
Turma: Música 2º Semestre


Texto sobre; Lixo tecnológico.

No universo musical a uma geração de lixo eletrônico e digital forte também.
Tendo em vista a estreita relação da música com a tecnologia, o que vemos, é um grande consumo de equipamentos e que rapidamente se tornam obsoletos. Placas de áudio, cabeamentos, CD’s, DVD’s, Cordas dos instrumentos etc...Alguns desses de matéria quase que metálica em sua totalidade são vendidos com mais facilidade em lugares como os populares”ferro velho”. Já as placas de áudio e outros acessórios digitais seguem o rumo dos componentes de computadores.
A tecnologia está em todas as estâncias, desde a rotina do indivíduo até grandes corporações, de fato o país vem trabalhando para se tornar ecologicamente organizado e buscando desenvolvimento sustentável. Mas ainda estamos muito aquém da demanda de consumo que só aumenta no país. Devemos ficar vigilantes e abertos aos novos recursos de reciclagem, ler mais sobre os produtos que compramos, sua origem e seu destino.

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Plano de Aula

Educador: Jeferson Moura de Melo
Curso: Música
Atividade: Prática de Conjunto.


Fazer uma pesquisa de repertório musical.


Objetivo: Construção de repertório para fazer prática de conjunto.

Objetivo Específico: Trabalhar mais com o ambiente virtual, utilizando ferramentas ligadas ao universo musical.

Atividade: Utilizando o site vagalume como fonte de pesquisa. Fazer download e guardar em uma pasta, ou copiar e colar num programa de edição de texto, organizar em uma pasta, anexar e enviar por e-mail para musica@yahoo.com.br.

Conteúdo: Letras de música com e sem cifras.
Ferrmentas: Computador, site de cifras e letras, e e-mail.

Lista de atividades a cumprir - no Blogg

1: estética, organização, autoria e criatividade;
2: Atividade do filme, conforme postada no SIGA, agora com ilustrações ou links para saber mais sobre ele.
3: Planejamento de aula: novo planejamento envolvendo tecnologia na educação - área de conhecimento de vocês;
4: Lista de links para sites com conteúdos relevantes;
5: Lista de blogs
6: Vídeo relacionado à Educação Física ou Tecnologia
7: Pequeno texto sobre Redes Sociais, com ilustração daquelas trabalhadas em aula;
8: Pequeno texto sobre lixo tecnológico
9: Comentar, no mínimo, três blogs de colegas - comentário relevante e que acrescente algo ao blog.

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

a já extinta Banda de Rock e Pop, Eletroacústica - ano de 2004




O primeiro grande trabalho musical com banda, de que participei como fundador em janeiro de 2001, até seu fim em maio de 2006.

Foram mais de 100 shows nesse perído... Uma música que rolou na Pop Rock, só nos fim de semanas, mas rolava.No programa do Paulinho Inchauspe.

Shows fora do estado... 4 prêmios em festivais - 2º lugar em 2002 com a música "Laíssa", melhor intérprete em 2003 com a música "De Todas as Direções", melhor arranjo em 2004 com a música "Sintomas", e melhor arranjo em 2005 com a música "Raros Sentimentos.


Um disco gravado, independente... um legítmo Frankenstein, gravado um pouco alí, um pouco acolá... e depois colocado tudo junto na "bolacha".

A Obra que ganha vida...

Anos mais tarde a música Laíssa, virou tema de filme, o primeiro longa metragem da Produtora Alvoroço filmes http://www.alvoroco.com.br/;

no orkut é possível encontrar a comunidade das Laíssas espalhadas pelo Brasil afora...e a letra da música está na abertura da comunidade.

Também no Youtube te videos e montagens feitas por Laíssas.

Muitos músicos passaram e deixaram suas marcas nessa banda, que já trazia independente do estilo musical, a personalidade aguerrida e desbravadora de trabalhar com composições próprias.

Durou o tempo que pode durar... e até hoje faz parte de todos nós que em algum momento tivemos a oportunidade de trilharmos juntos essa fase efervecente e de grande aprendizado em nossas vidas.

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

Arte do Disco Estetica Urbana




Depois de muito tempo de espera....chegou o disco Estética Urbana.

Todas as músicas que compõe o espetáculo e o shows.

Entre em contato e peça o seu...

maninhomelo@hotmail.com ou esteticaurbana@hotmail.com

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

Notícias!!!

Dia 12 de dezembro lançamento oficial do Disco Estética Urbana.

O Lançamento será em Caxias do Sul, no teatro no linck abaixo...

http://www.temgenteteatrando.com.br/site/index.php


O TRabalho se inicia em Caxias, depois chega na região metropolitana de Porto Alegre e depois em Porto Alegre.

Mais detalhes logo adiante.

Quem quiser dar uma sacada no trabalho, pode escrever no google, "Maninho Melo" ou "Estética Urbana" - Também no You tube.

O Myspace ainda não está atualizado mas já, já....terá todas as novidades.

Grande Abraço....até as novas.